terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Na interdisciplina "Seminário Integrador VI" aprimoramos a pesquisa para refutar ou argumentar sobre nossas dúvidas ou certezas. Percebemos o quando é importante buscar a fundamentação teórica para corroborar nossas ideias. Fazendo uma ligação com a interdisciplina "Filosofia da Educação" onde aprendemos que  pensamento crítico implica argumentar e para argumentar temos que fundamentar.
E, quando argumentamos podemos defender ou contestar, baseados na nossa ética e moral.
A partir do debate proposto em Filosofia sobre "O dilema do antropólogo francês" foi possível perceber as diferentes percepções que temos sobre um mesmo tema e , quando transpomos esses pensamentos para o cenário político atual, percebemos que os indivíduos  defendem e contestam de acordo com a sua ética e moralidade.

Para refletir:  Sem Reforma da Previdência, o que acontece com a economia? 
Governo prevê volta da recessão no país se Congresso não mudar regras da aposentadoria; para alguns economistas, isso é 'terrorismo'.
 https://g1.globo.com/economia/noticia/sem-reforma-da-previdencia-o-que-acontece-com-a-economia.ghtml

As notícias são veiculadas na imprensa ou telejornais, no entanto, não temos a oportunidade 
de fazer a nossa argumentação e muito menos a replica para defender às nossas ideias.
O tema diversidade e preconceito também foi enfocado na interdisciplina "Seminário Integrador VI".
Nessa interdisciplina publicamos no pbworks um trabalho de pesquisa sobre o tema.
No meu trabalho intitulado: "Respeito à Diversidade" assim relatei:

O preconceito como já sabemos pela etimologia da palavra significa um conceito prévio que temos sobre alguém ou alguma situação.
Então preconceito com a diversidade é um conceito prévio que formamos sem conhecer, sem ter razões específicas para agir desta forma. Temos atitudes de preconceito porque fomos educados para agir assim, reconhecendo e respeitando somente quem se enquadra nos padrões definidos pela sociedade e este preconceito é extensivo para as pessoas que são de raças diferentes, com condição financeira desfavorável, pessoas com deficiências físicas, pessoas acima do peso, enfim que não são de acordo do contexto social que estão inseridos.
O preconceito contra a diversidade sexual tem sido mais acentuado porque as discussões sobre as diferenças de gênero ou orientação sexual tem sido mais evidentes na sociedade atual, anteriormente, esses casos permaneciam mais anônimas por medo ou vergonha de se expor.
Atualmente como houve  uma ampliação nas discussões sobre o tema, temos percebido um número maior de pessoas que estão tentado assumir sua identidade, apesar das dificuldades para se lidar  com esse preconceito. 
O problema não é como os outros são e sim como lidamos com essas diferenças, não sei porque o ser humano se sente "agredido" emocionalmente por convir com alguém que é ou pensa diferente de si, não consegue aceitar e responde com ofensas verbais e até alguns casos vemos notícias de agressões físicas graves e/ou fatais; como o caso do argentino que passou férias no Rio de Janeiro no início desse ano e foi espancado por ter uma orientação sexual diferente dos rapazes que estavam no mesmo local. 
Além do tema Inclusão Escolar que requer respeito e conscientização não podemos deixar de lado as questões étnico raciais abordadas na interdisciplina "Questões Étnico-raciais na Educação: Sociologia e História".
Quando desconhecemos ou não tratamos com o devido estas questões também são motivadoras de exclusão escolar.
Muitas vezes essas questões são as grandes causas da evasão escolar, porque o preconceito acaba diminuindo a auto-estima das pessoas  e provocando sentimentos que diminuem e causam dor e sofrimento, fazendo com a pessoa prefira se afastar da escola.
É importante que possamos desenvolver nas escolas a cultura do respeito às diferenças, pois só desta forma conseguiremos formar uma geração que não esta presa a preconceitos contra as diversidades que encontramos nas escolas.
Quando assisti o vídeo sugerido nesta interdisciplina "O perigo de uma história única" fiquei muito sensibilizada e motivada a rever meus conceitos porque, muitas vezes, eu mesma tive atitudes inadequadas, claro que atitudes espontâneas e não premeditadas, mas com certeza resultado de vivências e uma educação que não abordou as questões étnico- raciais com sensibilidade e aos "olhos da legislação atual.
Independente destes fatores, se faz necessário que comecemos revendo nossas posturas e pensamentos e que possamos propor uma educação que leve os nossos educandos a não repetirem esses comportamentos inadequados.
https://novaescola.org.br/conteudo/1545/diversidade-etnico-racial-por-um-ensino-de-varias-cores







INCLUSÃO ESCOLAR

A temática inclusão escolar é bastante ampla e com diversos conceitos definidos por estudiosos do assunto e interessados pela temática. No entanto algo que se pode afirmar é que inclusão é o acolhimento a todos, sem exceção ou distinção de cor, credo religioso, classe social, condições físicas e psicológicas.
O princípio democrático da educação para todos só se evidencia nos sistemas educacionais que se especializam em todos os alunos, não apenas em alguns deles, os alunos com deficiência. A inclusão, como conseqüência de um ensino de qualidade para todos os alunos provoca e exige da escola brasileira novos posicionamentos e é um motivo a mais para que o ensino se modernize e para que os professores aperfeiçoem as suas práticas. É uma inovação que implica num esforço de atualização e reestruturação das condições atuais da maioria de nossas escolas de nível básico. (MANTOAN, 2008)

Embora algumas pessoas ainda associam o termo inclusão a algum tipo de deficiência, a inclusão é um movimento de ordem mundial que busca a qualidade de ensino para as pessoas que apresentam alguma particularidade para realizar as suas aprendizagens. Para que ocorra uma mudança efetiva de pensamento na sociedade sobre este tema e se desassocie esta ideia é preciso entender e valorizar a diversidade, levando em conta as potencialidades do indivíduo e não somente seus resultados quantitativos, pois desta forma estaremos contemplando apenas uma pequena parcela dos estudantes da sociedade e não todos como deveria ser o princípio básico.
Ao longo dos anos vem se buscando a não exclusão escolar, o que é um avanço; no entanto, este avanço ainda é muito pequeno diante das necessidades que vemos dentro das instituições escolares. Hoje temos escola para todos, mas não temos escolarização para todos. Em alguns ambientes escolares vemos os estudantes incluídos no sistema educacional, mas não participante do processo, pois algumas instituições escolares não dispõe de recursos físicos, pedagógicos e humano para atender a esta demanda. Ao longo de muitos anos as escolas foram se preparando para trabalhar com a homogeneidade e não com a diversidade, razão pela qual enfrenta-se essas dificuldades. Havia uma tendência muito grande em focar nas dificuldades dos estudantes e não se pensava na falta de preparo do educador. Quando se fala em educação inclusiva precisamos pensar na educação como um todo, aluno, professor, legislação, condições físicas e políticas públicas que garantam na prática o acesso a todos.
É primordial vencer os preconceitos para minimizar as barreiras da inclusão efetiva. Precisamos acabar com falas de educadores que dizem temer essa situação, que dizem não saber por onde começar, desta forma prejudicará os demais alunos, falta uma equipe técnica na escola, entre outras. Se faz necessário uma prática inclusiva junto ao professor com recursos financeiros para dar suporte com matérias e mudanças estruturais na escola, adquirir materiais pedagógicos diferenciados e agregar profissionais com formação técnica para auxiliar no aprendizado dos educandos.
A partir do momento que a inclusão for realidade no sistema educacional toda a sociedade será beneficiada, pois entenderemos o conceito de inclusão que é a capacidade de entender e reconhecer o outro, respeitando as diferenças e aprendendo com o outro.


O MARCO DA INCLUSÃO

O marco histórico da inclusão ocorreu em junho de 1994, com a Declaração da Salamanca Espanha, realizado pela UNESCO na Conferência Mundial Sobre Necessidades Educativas Especiais: Acesso e Qualidade , assinado por 92 países, que tem como princípio fundamental: "todos os alunos devem aprender juntos, sempre que possível, independente das dificuldades e diferenças que apresentem".

Este texto foi publicado na página de pbworks "Inclusãonas escolas" de minha autoria e acho muito importante compartilhar esse pensamento, pois precisamos derrubar barreiras e preconceitos que impedem que a inclusão se efetive nas nossas escolas.
Ainda neste semestre aprendemos a que um pensamento crítico requer argumentação. E que um bom argumento tem que elencar as suas premissas e chegar a alguma conclusão.
Muitas vezes, as pessoas que não são receptivas com os que são ´portadores de alguma necessidade especial são críticos, no sentido de criticar de serem contrários a ideia, mas não conseguem apresentar um pensamento crítico e fundamento sobre o assunto.
Acredito que a Cartilha de Salamanca possa trazer subsídios para que se conheça as diretrizes básicas para reformulação de uma educação inclusiva.

http://www.anonimosnodiva.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Salamanca.pdf

Para que possamos argumentar temos que conhecer para estabelecer as premissas e as conclusões sobre o tema.

A interdisciplina "Educação de Pessoas com Necessidades Especiais fez uma retrospectiva histórica bastante interessante sobre como esta temática tem evoluído tanto nos aspectos legais quanto aos aspectos emocionais, mostrando a relevância deste tema.  E, assim, como os preconceitos raciais, se faz necessário que haja uma conscientização para que se efetive o respeito e a garantia aos direitos para as pessoas com necessidades especiais.
Já há alguns anos esse assunto tem despertado o meu interesse em função de que a cada dia contamos com um número maior de matrículas nas escolas regulares de portadores de alguma necessidade especial e, aí nos damos conta de quanto estamos despreparados para lidar com estas situações e, ainda como percebemos indivíduos insensíveis e indiferentes a estas questões.
Acho que para que ainda não conhece a temática, estas são boas sugestões de leitura:

NCLUSÃO ESCOLAR: O que é? Por quê? Como fazer?
Este livro enfoca a inclusão escolar e expõe didaticamente o que esta inovação educacional propõe para atender aos anseios e às necessidades de todos os alunos de qualquer nível escolar. ... Google Books

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Inclusão escolar: pontos e contrapontos
Neste volume, as autoras tratam da inclusão escolar. No diálogo que estabelecem, elas abordam pontos polêmicos e controversos, que vão desde as inovações propostas por políticas educacionais e práticas ... Google Books

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

PLANO DE AÇÃO NA PRÁTICA


A partir do exemplo dado na interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação elaborei um Plano de Ação com as minhas metas enquanto estudante do PEAD, exercitando essa nova proposta de trabalho apresentada. 

PLANO DE AÇÃO PARA O PRÓXIMO SEMESTRE
METAS
OBJETIVOS
PERÍODO DA REALIZAÇÃO
DESCRIÇÃO DA META
ATIVIDADES
META 1: ASSISTIR A TODAS AS AULAS
ACOMPANHAR TODAS AS EXPLICAÇÕES DOS PROFESSORES PARA NÃO TER QUE DEIXAR TAREFAS POR FALTA DE COMPREENSÃO DOS ENUNCIADOS
AGOSTO A DEZEMBRO/2017
ESTAR PRESENTE NAS AULAS DO INÍCIO AO TÉRMINO
IR ATÉ PORTO ALEGRE 
META 2: REALIZAR AS TAREFAS NO PRAZO
POSTAR AS TAREFAS NOS PRAZOS SOLICITADOS


NÃO DEIXAR ACUMULAR TAREFAS PARA EVITAR QUE FALTE TEMPO DE REALIZÁ-LAS NO PRAZO SOLICITADO
REALIZAR A TAREFA DENTRO DA SEMANA QUE FOR POSTA NO MOODLE
META 3: ACOMPANHAR A TABELA
DIALOGAR COM OS TUTORES QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL EXECUTAR A TAREFA CONFORME SOLICITADO 

ASSIM QUE FOREM POSTADAS TAREFAS VERIFICAR SE NÃO TEM PENDÊNCIAS ANTERIORES
FAZER AS CORREÇÕES SOLICITADAS
META 4: REALIZAR POSTAGENS NO BLOG
CONSTATAR REFLEXÕES E APRENDIZADOS

COLOCAR AS POSTAGENS
VERIFICAR SE HOUVE INTERAÇÃO COM PROFESSORES, TUTORES E COLEGAS
META 5: SNÍTEXE REFLEXIVA
PONDERAR REFLEXÕES AO LONGO DO SEMESTRE E CONTEXTUALIZAR COM AS ATIVIDADES DE DOCÊNCIA


A PARTIR DAS REFLEXÕES , CONTEXTUALIZAR COM AS ATIVIDADES VDE DOCÊNCIA
FAZER ANOTAÇÕES SOBRE AS REFLEXÕES REALIZADAS