domingo, 28 de junho de 2015


Nesta semana aproveitei para colocar os trabalhos em dia e na minha escola foi momento de decorar as salas de aula e a escola para esperar São João.




Sala de aula do 1º ano


Sala de aula do 1º ano




domingo, 21 de junho de 2015

Esta semana foi corrida, pois teve o Conselho Participativo e a entrega de agendas com os resultados avaliativos do 1º trimestre.

                       


                          Vídeo de apresentação da escola para abertura da reunião.

                                                                       

                         Vídeo apresentado aos pais do 4º ano (turma que eu aconpanhei) com o                                                            acompanhamento musical dos alunos desta turma.




terça-feira, 9 de junho de 2015






Filme: Inteligência Artificial de Stanley Kubrick

Este filme nos apresenta muitos elementos do conceito Corporeidade, que segundo o dicionário informal:

" O corpo é movido por intenções provenientes da mente. As intenções manifestam-se através do corpo, que interage com o mundo, que dá uma resposta para o corpo, que informa a mente através de seus órgãos sensoriais, que, analisando as respostas obtidas do ambiente, muda ou reafirma suas intenções, utilizando o corpo para novas manifestações."

 A partir da leitura "Corporeidade: Uma trama interdisciplinar", escrito por Gonçalves,  indicada na disciplina  CORPOREIDADE, EPISTEMOLOGIA E VIVÊNCIAS DO APRENDER, podemos destacar a importância da  Corporeidade  no modo como o sujeito realiza suas aprendizagens. É muito importante conhecer este conceito e repensarmos  as atividades propostas para os nossos alunos. Ainda também como o toque humano pode surpreender os indivíduos e provocar mudanças significativas quanto ao comportamento  e avanços na aprendizagem.



A Corporeidade como conceito diferenciado nas interações e aprendizagens no cotidiano, define-se como corpo sensiente, ou seja, que aprende através dos sentidos, que necessita experimentar sensações diferentes para provocar sinapses e, através dessa dualidade corpo e mente, realiza aprendizagens.
          

domingo, 7 de junho de 2015

                                              




Esta frase de Paulo Freire é muito inspiradora a todos, não somente aos educadores, mas a todos que se preocupam com a educação, sejam professores , pais ou preocupados com o desenvolvimento dos indivíduos.

Nesta semana que passou, dois momentos sucitaram esta frase em minhas atividades,

O primeiro momento foi a ida a um festival de Rugbby que a minha escola foi convidada  para participar. Neste momento, acompanhamos 35 crianças na faixa etária de 05 a 11 anos. Neste festival pude observar  que algumas crianças bastante tímidas e  pouco participativas, estavam muito a vontade, jogando, correndo, participando das atividades do Rugbby. Nossa, até fiquei emocionada, pois sobretudo, elas estavam felizes. Então, quando o nosso mestre Paulo Freire nos diz: "Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades,..." isso é muito real, naquele momento criamos uma possibilidade diferente de participação e aqueles alunos que se sentiam pouco a vontade na escola para participar, estavam engajados na proposta e muito participativos, pareciam outras crianças, Que alegria ter podido ver este momento.

                                     Esta foto tem todo o grupo que participou do festival de Rugbby
                                     Os alunos embarcando no ônibus para ir ao festival
                                                              Jogando Rugbby
                                         A felicidade retrada pela participação

Outro momento desta semana foi assistir  o filme "Inteligência Artificial" de Stanley Kubrick.  Este filme que abordava a presença de robôs entre os humanos, mostrou que a personagem "Mônica" queria ensinar algo ao robô "David" do filme, mas ela aprendeu muito mais e, eu aprendi o quanto é importante o toque humano para o desenvolvimento e a aprendizagem das pessoas. 






sábado, 16 de maio de 2015







Método globalizado na minha escola:

Verlaine Angela Zanesi Maciel

Eu acredito que o método globalizado vem crescendo  nas escolas. Eu trabalho na rede municipal de Caxias do Sul, há 25 anos e, em todos estes anos percebi mudanças importantes para a qualificação do ensino. Claro que ainda existem barreiras a serem rompidas, pois encontramos dificuldades para atrair o interesse dos alunos e resistências por parte de colegas de trabalho que já têm internalizada uma prática tradicional e não querem fazer mudanças na sua prática. No entanto, é nosso papel lutar por mudanças, pois esta forma de ensino enfoca mais num indivíduo global, procurando desenvolver suas potencialidades e não apenas fragmentar  saberes num mesmo indivíduo.

Neste ano temos um projeto para toda a escola:”FAZER O BEM FAZ BEM”. A partir deste projeto são desenvolvidas ações pelo coletivo de professores, onde cada componente curricular trabalha habilidades que vão contribuir para o desenvolvimento global do aluno. Claro que ainda não está perfeito, precisa de mais incrementos. Mas é um ponto de partida.

Na escola que eu trabalho atualmente, dentro do nosso Regimento Escolar o Ensino é Globalizado e a avaliação se dá através de uma menção globalizada que é o resulta da avaliação de diversas habilidades dos diferentes componentes curriculares.

                        A ESCOLA NOS DIAS ATUAIS


A escola no Brasil hoje, observa uma mudança no comportamento dos alunos, falta de interesse pelo conteúdo e desrespeito pelos professores. Será que a escola é a única responsável por isso?
          A educação é o ponto básico para estruturar toda uma sociedade e, apesar dos esforços das pessoas realmente interessadas em fazer uma educação de qualidade nesse país estamos muito distantes ainda de conseguir atingir esse objetivo.
         Na minha opinião o ponto principal para se atingir esse objetivo será a união da família dos alunos com a escola e a sociedade de uma forma geral,  na presença dos responsáveis com relação às necessidades dos alunos, na cobrança efetiva dos pais por resultados positivos tanto do corpo docente quanto do discente.
         A escola precisa assumir o posto de entidade imponente e formadora de opiniões e contribuir para o fortalecimento de ideais, criar educandos críticos que consigam reconhecer quando são manipulados pela mídia e por governantes que não cumprem suas promessas de campanha, apenas se utilizam do sistema para enriquecimento ilícito e favorecimento de seus interesses.
        Os cidadãos de hoje tem encontrado informações de forma rápida e prática, no entanto não conseguem discernir sobre as informações que encontram se são verdades ou informações distorcidas para que se acredite em algo que apenas está mascarando a verdade.
         A escola tem o papel de desenvolver o senso crítico, quando isso não ocorre, apenas temos a reprodução de modelos antigos com uma roupagem nova.
         Assim  como no filme: “Quanto vale ou é por quilo?” de Sérgio Bianchi, de 2005, viu-se uma analogia entre o comércio de escravos e o marketing social das ONGs  na atualidade e, em 2015; estamos vendo uma analogia do filme com o atual cenário político, ou seja, em 2005 o desvio das verbas era para as ONGs e , na atualidade para...
        Enfim os desvios financeiros continuam, os políticos e empresários desonestos também, precisamos de uma escola capaz de tornar estudantes com senso crítico e não apenas que criticam os professores e o sistema educacional para que no futuro não precisemos mais nos deparar com comportamentos antigos com nomes modernos.